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Centralia - a cidade fantasma

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Em 27 maio de 1962, um domingo, a prefeitura de Centralia – então uma próspera cidade da Pensilvânia, na costa leste dos EUA – não sabia o que fazer com as toneladas de lixo que se acumulavam no primeiro aterro sanitário da região, inaugurado no começo do ano. A segunda-feira seguinte era Memorial Day, feriado que homenageia os militares norte-americanos mortos em combate. E o aterro havia sido instalado bem ao lado do cemitério em que os heróis de guerra locais descansam em paz. Nada bom. Diante da insatisfação da população com o fedor, o conselho político local decidiu pôr fogo na sujeira para limpar a área e passar uma boa impressão. O problema é que o aterro não ficava onde ficava por coincidência: o local foi escolhido para abrigá-lo justamente porque já havia um enorme buraco no chão, deixado por uma antiga mina de carvão desativada. Minas de carvão a céu aberto, conforme se tornam mais profundas, acabam interceptando túneis de minas subterrâneas mais antigas, que já estão lá h...

O Doppelgänger de Emilie Sagée

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Doppelgänger, segundo as lendas germânicas de onde provém, é um monstro ou ser fantástico que tem o dom de representar uma cópia idêntica de uma pessoa que ele escolhe ou que passa a acompanhar, o que hipoteticamente pode significar que cada pessoa tem o seu próprio. Também são conhecidos como duplo-eu ou sósia. O caso mais conhecido sobre o assunto é o de Emilie Sagée, uma francesa professora do Pensionato von Neuwelcke para Meninas que, na época, tinha 32 anos.  Segundo os rumores, em 1845 descobriu-se que esta professora tinha um doppelgänger a perseguindo. Apesar de parecer insanidade, haviam provas e testemunhas de que realmente a professora tinha uma cópia, as alunas de Emilie seguidamente viam suas duas versões ao longo das aulas e ficavam apavoradas. Certa manhã, em uma sala com 13 alunas, a Professora Sagée estava passando sua lição no quadro negro quando, de repente, seu Doppelganger apareceu e começou a imitar todos os seus gestos e movimentos, porém não segurava nenhum ...

O Assassino Do Zodíaco

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O Assassino do Zodíaco foi um assassino em série estadunidense que atuou no Norte da Califórnia durante 10 meses desde o final da década de 1960. Sua identidade permanece desconhecida.  O Zodíaco colocou seu nome em uma série de cartas ameaçadoras que enviou à imprensa até 1974. Em suas cartas incluiu quatro criptogramas, dos quais três ainda não foram decifrados. O Assassino do Zodíaco matou quatorze vítimas reconhecidas em Benicia, Vallejo, Lago Berryessa, e São Francisco entre dezembro de 1968 e outubro de 1969. Quatro homens e três mulheres entre 16 e 29 anos foram os alvos do assassino. Outras pessoas foram consideradas possíveis vítimas. Com a falta de precisão no número de vítimas, a incapacidade de decifrar suas cartas criptografadas e a falha na busca de suspeitos, o caso pode ser considerado como um crime perfeito. Em abril de 2004, o Departamento de Polícia de ...

Madame LaLaurie - a assassina de escravos

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Delphine LaLaurie, também conhecida como Madame LaLaurie (nascida Marie Delphine Macarty), foi uma socialite estadunidense e suposta assassina em série, que segundo a lenda, ajudou a torturar, mutilar e matar cerca de 96 escravos negros. Madame Marie Delphine Macarty nasceu por volta de 1775. Seus pais eram Barthélemy Louis Macarty e Lecomte Vevue, membros proeminentes da comunidade Crioula brancade Nova Orleans.[1] A mãe de Macarty foi supostamente morta em uma revolta de escravos. O primo de Delphine Macarty, Augustin de Macarty, foi prefeito de Nova Orleans entre 1815-1820. Acredita- se que Delphine torturava seus escravos a fim de extrair o sangue de seus corpos, com intuito de usá- los em procedimentos estéticos. Ela foi casada com Don Ramon y Lopez de Angulo, em 1800; ele morreu em Havana, Cuba, em 26 de março de 1804. Em 1808, ela casou com o traficante de escravos Jean Blanque, que morreu em 1816. Duas vezes viúva, casou-se com o médico Dr. Luís LaLaurie em 25 de junho de 1825....

O Massacre de Hinterkaifeck

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Hinterkaifeck, uma pequena chácara situada entre as cidades bávaras de Ingolstadt e Schrobenhausen (cerca de 70 km ao norte de Munique ), foi o cenário de um dos crimes mais intrigantes da história alemã. Na noite de 31 de março de 1922, os seis moradores da fazenda foram mortos com um enxadão. As seis vítimas foram o agricultor Andreas Gruber (63) e sua esposa Cäzilia (72), sua filha viúva Viktoria Gabriel (35) e seus dois filhos, Cäzilia (7) e Josef (2), e a empregada Maria Baumgartner. A idade Josef (2 anos) gerou rumores de que ele fosse filho de Viktoria com seu pai Andreas, que supostamente mantinham uma relação incestuosa. O Crime Poucos dias antes do crime, o fazendeiro Andreas Gruber contou a vizinhos sobre a descoberta de pegadas na neve encontradas a partir da borda da floresta rumando para a fazenda, mas nenhuma das pegadas aparecia no sentido contrário, ou seja levando de volta a floresta. Ele também falou sobre a ouvir passos no sótão e encontrar um jornal desconhecido na...

Os mistériosos desaparecimentos dos guardas do farol

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O farol, localizado na ilha escocesa de Eilean Mor, é famoso pela misteriosa história do desaparecimento de três guardas. O caso aconteceu em 1900, quando o chefe deles, Joseph Moore, se despediu de seus subordinados e foi para a estação costeira de Breasclete. Assim, em 5 de dezembro, o primeiro assistente de faroleiro, Thomas Marshall, o segundo assistente, James Ducat, e o assistente, Donald McArthur, foram deixados sozinhos na ilha. Dez dias depois, na estação de Breasclete veio um aviso do comandante do barco a vapor “Archtor”. Os marinheiros relataram que, violando todas as instruções, o farol não estava aceso. No entanto, seja por negligência ou por mau tempo, ninguém foi à ilha verificar se tudo estava em ordem. Joseph Moore partiu para a ilha no dia 26 de dezembro, após uma forte tempestade, mas não encontrou ninguém lá. As portas e janelas estavam fechadas, as capas de chuva dos guardas penduradas dentro do farol, as lamparinas carregadas, mas todos os relógios parados. A úni...

O macabro caso do colecionador de pele e ossos

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Ed Gein nasceu em Las Crosse County, Wisconsin, em 27 de agosto de 1906 o segundo filho de George Phillip Gein (1873 - 1940) e Augusta Wihelmine Gein (1878 - 1945). Ed tinha um irmão mais velho, Henry George Gein (1901 - 1944).  Augusta desprezava o marido, um alcóolatra que era incapaz de manter um emprego; ele trabalhou em várias épocas como carpinteiro, curtidor e vendedor de seguros. George foi dono de uma mercearia por alguns anos, mas vendeu o negócio e a família deixou a cidade para viver em isolamento em uma fazenda na cidade de Plainfield, em Waushara County, Winsconsin, que se tornou a residência permanente da família Gein. Augusta se aproveitou do isolamento da família se afastando de estranhos que poderiam influenciar seus filhos. Edward deixava a farmácia apenas para ir à escola. Fora de lá, ele passava a maior parte do tempo fazendo tarefas na fazenda. Augusta era fervorosamente religiosa e nominalmente luterana. Ela pregava para os filhos sobre a imoralidade natural ...